Na rua em frente de um restaurante concorridíssimo da cidade existem duas vias no mesmo sentido. Ambas dão para seguir em frente no final da rua, quando o semáforo abre, e quem quer virar à direita tem de estar na via da direita.
À hora do almoço, como a freguesia não tem mais onde pôr o carro senão ali, deixam-se os ditos estacionados na via da direita, num desrespeito pela linha amarela junto do passeio que atravessa toda a rua, até ao semáforo. A rua fica só com uma via, na prática.
Eram 15:30. Quase toda a gente já tinha almoçado e tirado os carros dali. Toda a gente, menos 3 condutores: o meu pai, com o carro no início da rua, o anfitrião, logo a seguir, e outra pessoa, que estacionou no último lugar antes do semáforo. Ou seja, estavam a duas vias livres a rua inteira, e quem chegasse com o semáforo vermelho não percebia por que razão o primeiro carro da fila não andava quando o verde caía, nem após insistentes buzinadelas - estava estacionado, não tinha ninguém dentro.
Que riso.
terça-feira, 21 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Metáforas do mundo feminino
Negativas
Baleia: gorda, tão gorda, que dói só de olhar.
Saco de batatas: é gorda, mas não o suficiente para ser uma baleia.
Vacas: há sempre pelo menos um homem numa sala em que ela entre que já a comeu.
Víboras: aquelas que tornam impossível a vida das outras mulheres que odeiam.
Sanguessugas: as que "chupam" o dinheiro ao marido.
Onça: ou "burra", cujo QI é igual ou inferior a 70. (Estatisticamente, em cada 50 há uma destas)
Positivas
Enguia: é magra, esguia e normalmente alta.
Cavalo: alta, segura de si e bem feita fisicamente. São cavalos porque quem lhes chama isso gostava de as "montar".
Coelhas: ou coelhinhas, são aquelas que são parecidas com as miúdas da Playboy.
Sardinhas: É uma enguia, mas baixinha e normalmente arrebitada, irrequieta.
Preciso da vossa ajuda para completar a lista, caso se lembrem de alguma. Obrigado :)
Baleia: gorda, tão gorda, que dói só de olhar.
Saco de batatas: é gorda, mas não o suficiente para ser uma baleia.
Vacas: há sempre pelo menos um homem numa sala em que ela entre que já a comeu.
Víboras: aquelas que tornam impossível a vida das outras mulheres que odeiam.
Sanguessugas: as que "chupam" o dinheiro ao marido.
Onça: ou "burra", cujo QI é igual ou inferior a 70. (Estatisticamente, em cada 50 há uma destas)
Positivas
Enguia: é magra, esguia e normalmente alta.
Cavalo: alta, segura de si e bem feita fisicamente. São cavalos porque quem lhes chama isso gostava de as "montar".
Coelhas: ou coelhinhas, são aquelas que são parecidas com as miúdas da Playboy.
Sardinhas: É uma enguia, mas baixinha e normalmente arrebitada, irrequieta.
Preciso da vossa ajuda para completar a lista, caso se lembrem de alguma. Obrigado :)
"No teu deserto", de Miguel Sousa Tavares
Lê-se de um trago.
Diferente da narrativa descritiva e sustentada em factos históricos que li nos dois livros anteriores dele, esta foi íntima, foi de uma crueza telegráfica, quase como quem se deixa cair numa cama impotente para alterar o que é já inalterável.
É uma lição de que a vida é curta, o tempo é relativo, e de que são as dificuldades que fazem as pessoas - em si - e que as fazem juntar-se também, nesse "ultrapassar em conjunto" que nunca se descreve convenientemente, apenas se vive.
É a prova de que nada há mais charmoso num homem que o assumir de cara levantada os seus defeitos, e também o que faz para os compensar. E o quanto é capaz de gostar de alguém.
Se Equador me deixou a pensar que nada na vida justificava acabar com ela, este livro, num plano mais profundo, deixa a sensação de que nada na vida devia ser justificação para não procurarmos a felicidade, quando sabemos onde ela está.
Diferente da narrativa descritiva e sustentada em factos históricos que li nos dois livros anteriores dele, esta foi íntima, foi de uma crueza telegráfica, quase como quem se deixa cair numa cama impotente para alterar o que é já inalterável.
É uma lição de que a vida é curta, o tempo é relativo, e de que são as dificuldades que fazem as pessoas - em si - e que as fazem juntar-se também, nesse "ultrapassar em conjunto" que nunca se descreve convenientemente, apenas se vive.
É a prova de que nada há mais charmoso num homem que o assumir de cara levantada os seus defeitos, e também o que faz para os compensar. E o quanto é capaz de gostar de alguém.
Se Equador me deixou a pensar que nada na vida justificava acabar com ela, este livro, num plano mais profundo, deixa a sensação de que nada na vida devia ser justificação para não procurarmos a felicidade, quando sabemos onde ela está.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Dá trabalho, dá.
Não querer ouvir, não querer saber, não querer falar;
Falar, falar, falar, sem ouvir;
Ouvir, ouvir, ouvir, e engolir tudo sem falar;
Ouvir e falar.
Aconselho a última.
Falar, falar, falar, sem ouvir;
Ouvir, ouvir, ouvir, e engolir tudo sem falar;
Ouvir e falar.
Aconselho a última.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
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