terça-feira, 21 de julho de 2009

No Porto

Na rua em frente de um restaurante concorridíssimo da cidade existem duas vias no mesmo sentido. Ambas dão para seguir em frente no final da rua, quando o semáforo abre, e quem quer virar à direita tem de estar na via da direita.
À hora do almoço, como a freguesia não tem mais onde pôr o carro senão ali, deixam-se os ditos estacionados na via da direita, num desrespeito pela linha amarela junto do passeio que atravessa toda a rua, até ao semáforo. A rua fica só com uma via, na prática.
Eram 15:30. Quase toda a gente já tinha almoçado e tirado os carros dali. Toda a gente, menos 3 condutores: o meu pai, com o carro no início da rua, o anfitrião, logo a seguir, e outra pessoa, que estacionou no último lugar antes do semáforo. Ou seja, estavam a duas vias livres a rua inteira, e quem chegasse com o semáforo vermelho não percebia por que razão o primeiro carro da fila não andava quando o verde caía, nem após insistentes buzinadelas - estava estacionado, não tinha ninguém dentro.
Que riso.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Em resumo, é isto

"Fazemos como for melhor para ti"

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sete beijos e um abraço :)

Metáforas do mundo feminino

Negativas

Baleia: gorda, tão gorda, que dói só de olhar.
Saco de batatas: é gorda, mas não o suficiente para ser uma baleia.
Vacas: há sempre pelo menos um homem numa sala em que ela entre que já a comeu.
Víboras: aquelas que tornam impossível a vida das outras mulheres que odeiam.
Sanguessugas: as que "chupam" o dinheiro ao marido.
Onça: ou "burra", cujo QI é igual ou inferior a 70. (Estatisticamente, em cada 50 há uma destas)

Positivas

Enguia: é magra, esguia e normalmente alta.
Cavalo: alta, segura de si e bem feita fisicamente. São cavalos porque quem lhes chama isso gostava de as "montar".
Coelhas: ou coelhinhas, são aquelas que são parecidas com as miúdas da Playboy.
Sardinhas: É uma enguia, mas baixinha e normalmente arrebitada, irrequieta.

Preciso da vossa ajuda para completar a lista, caso se lembrem de alguma. Obrigado :)

"No teu deserto", de Miguel Sousa Tavares

Lê-se de um trago.
Diferente da narrativa descritiva e sustentada em factos históricos que li nos dois livros anteriores dele, esta foi íntima, foi de uma crueza telegráfica, quase como quem se deixa cair numa cama impotente para alterar o que é já inalterável.
É uma lição de que a vida é curta, o tempo é relativo, e de que são as dificuldades que fazem as pessoas - em si - e que as fazem juntar-se também, nesse "ultrapassar em conjunto" que nunca se descreve convenientemente, apenas se vive.
É a prova de que nada há mais charmoso num homem que o assumir de cara levantada os seus defeitos, e também o que faz para os compensar. E o quanto é capaz de gostar de alguém.

Se Equador me deixou a pensar que nada na vida justificava acabar com ela, este livro, num plano mais profundo, deixa a sensação de que nada na vida devia ser justificação para não procurarmos a felicidade, quando sabemos onde ela está.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dá trabalho, dá.

Não querer ouvir, não querer saber, não querer falar;
Falar, falar, falar, sem ouvir;
Ouvir, ouvir, ouvir, e engolir tudo sem falar;
Ouvir e falar.

Aconselho a última.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Dez Mil

Já não pode ser um acaso.
Obrigada :)